sexta-feira, 29 de julho de 2011

Suco

-Moça tem suco de vida?
Não? Então me dá de esperança.
Escrever é quando cada palavra pode salvar a sua vida.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Hoje eu te amo pra sempre.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Loft

Você me deu um tapa na cara quando levantou a possibilidade de erro. É verdade, pode estar tudo errado, esse envolvimento todo pode nos fazer sofrer. Mas será que sofrer de amor é sofrer? Está tudo certo.
Que orgulho de você estar tão metida.
Que orgulho das suas ironias para me atingir.
E do catorze para o vinte e três muita, muita, muita pouca coisa mudou.
Nossos corpos já se intendem mais, se percebem e se respeitam. Sua ansiedade já cabe no meu abraço de um modo que eu aperto e ela vai embora, seu olhar já me mostra que seu coração está desesperado e que você não aguenta mais de vontade de me tatuar na sua eternidade, pra apronfundar o que já é profundo na superfície.
Eu vou te tatuar na minha cama. Meu tato no seu tato. Intacto, eu quero perder com você.
Homenino Quincampoix.
Sou doce de fel.
Seu fel fiel de vez em sempre de quando em quando. Sou uma música barulhenta, meu conserto te desconcerta.
Foi ou não foi a nossa melhor noite? E os melhores dias não tem planos, isso sim seria um erro. Sem erros, sem planos! O que vier é lucro é muito vulgar pra você? Então quer vinho? Venha!
Nada de culpa no portão.
Chora porque existimos.
Preferi pela primeira vez a cautela à pólvora.
Na próxima vou te explodir, com ou sem título.


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Toma

Agora, que silenciou o ontem, aquele olhar perdido contrastado com aquele andar provocante, perverso, era uma espécie de tudo ou nada que costumamos viver na noite.
Denunciava andar em círculos sem a bússola da convicçao, embreagada de libido, pecando o pecado que lhe parecesse mais voraz e arrastando um tufão de desejo em seu trote mais carnal.
Estava com uma tonicidade de guerra que na primeira sintonia cruzada arrancaria com os dentes o cárdio vivante do algo que pudesse a possuir. Já vampirizava quando voltou a raciocianar.
O eu repleto de lembranças daquele dia frio que fui seu único cobertor, porque o teu cheiro de fome me enrijeceu pra sempre por você. Acho que te impinei sem a tomar de alguma forma, ficou mais em formação, postura de querer, de poder. Fantasio essas vaidades pra mim, acreditando que participei indubitavelmente da mutação que vi e vejo.
E o desatino, foi achar que eu não seria capaz de te levar pra janta, ou medo de não restar mais sabor depois de mim?
Eu tava perdido também, só a música me colocou em contato, me colocou a um ponto de rei, um rebelde justo que as meninas olhavam querendo intender, mas também com medo de sair uma meduza de meu olhos que as fossem deixar dementes, olhavam querendo, precisando,blefavam comigo. Aquela musica vinha do lugar onde você queria star, do estrelato imaginário das moças desse lugar, do homem que fala: Falo, o que ela quer.
Aí a gente mesmo sem estar junto, esteve, desentregados num elo fraco. Qual foi surpreendemtenente gostoso. Foi bom mesmo, mesmo assim, foi mais que Ok.
Foi denovo. Mais adúltero, ainda que bem pouco, por conveniência.
Tava lá sei onde, quando você chegou me cutucou no ombro, já sabia. Brindaria.
To com a impressao de que tá tudo certo, você é faceira, eu esperto. Continuaremos a procurar na noite tudo o que We can´t get no. Sufocaremos a cada alvorada sem sexo, sem nexo só pra ver a cara de mau que a morte usa pra assustar gente sem cu.
Culhão
Um dia te mostro o meu.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Hoje é meu disaniversário

Estou mais objetivo
Ainda tenho as dúvidas da escolha, aquelas em que tenho que abrir mão do amarelo para ter o azul.
Mas meu reino está evoluindo. Meu UNO verso com livre ar, habito.
Eu não sou nada objetivo, é mentira.
Vovô está lá no Hospital. Lembro de quando ele falava com toda a credibilidade nas conversas dos assuntos importantes na sala das nossas casas.
Seu zecabredeirodes cabeça de bigodes, astchumagriça.
Não está barulho nem silencio, parece que tem uma goteira e uns passos de pessoas pela casa a noite.
As letras que vão brilhando eu vou escrevendo, piscam para mim as letras no teclado. E pianinho vou fazendo voz, som, sonho. Hermi-tão. <------------------------------------------------>
Sou forte assim. E grande assim ó.
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. Sou do tamanho de um livro

Medito, me edito.
Edificar.
Aí purificores colorar:
-Me vê sal!
-SALVE
É só respirar sufocadinho, firrrrrrma. Uai.
GARGALHADA
Tamo protegido.
É só plantar cantando. Dançanu.
Ê Nego Branco, hehehehe tá rino de que?
To rino não, to é tussino.
Quanto tempo eu não ouvia o sino. o sinal de belém, de jerusalém.
A máquina está com pouca energia, vou religare ela na tomada.
REtomada de consciência, não tem ciência, é só amá.
Ama no âmago.
Deixa fluir, ufa deu tempo!
Já estava na hora de ascender à luz.
50 min
50 você
Cinquenta. Lá vou eu já fui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O medo é o maior demônio do homem.

Hoje eu estava olhando o céu e comtemplando Deus nas estrelas. E quando fechei os olhos , desejei estar na lua. Senti que Deus me levaria até lá. Era só abrir os olhos e estaria na lua.

Mas tive medo, uma fração de segundos antes de abrir os olhos me percorreu o vento gelado da imperfeição. Estava então ali, pequeno, inseguro e de olhos bem abertos.