quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Canto só

Simples como um canto dela ou um sorriso do menino que quer crescer
Crê que a vida é um presente do presente
Um presente do presente para o futuro
Como se fosse um varal com sorrisos
Estendido de se mostrar
Choro de amor extração
Lágrimas cantadas
Me ensina que eu te dou um beijo
Apague tudo e não escreva nunca mais.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Versos de chuva

Hoje a chuva me pegou de jeito
Molhou o meu Neruda novinho
Não tinha nada a fazer a não ser seguir em frente, enfrentar.
Molhou meu tênis azul mais novo
E o meu Neruda novinho
Essa malcriada chuva veraneia regou meu jardim de inverno,
E ainda me disse pra agradecer.
Em casa estava todo silêncio
Só a chuva forte urrava na janela aberta
Estalava com seu cheiro bom de chuva todo o frescor da chuva,
que molhou meu Neruda novinho.





quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Amadurecer é ver o melhor e o pior do mundo

sexta-feira, 23 de abril de 2010

8

Parece tudo recurso
A verdade escafedeu
Lá nos cafundó do Judas
Traíção de amor morreu

De quantas dores se faz a solidão?
Um vício, um pecado e uma escolha
Um sim ou um não
Devagar divagar
Meu infinito ao contrario, em pé (de guerra).

O terceiro é meu triângulo
Do triste triplo que vou
1 é pouco, 2 é dúvida, 3 é metade
Se o segundo verso foi primeiro que escrevi, o primeiro era pra ser o único e este calhou existir.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

80

Transito as dores da falta de prudência mas meu exagero trascende de prazer.
Não me imponho fim, só começos!
O fim vem quando já foi.

quinta-feira, 25 de março de 2010

domingo, 21 de março de 2010

Fantasia

Me fantasio de sim mesmo pro não, o limite ultrapassável é urgência daquele sopro.
A minha tinta com a sua tinta que cor dará?
O meu fim com o seu começo, vou de Mundo.